Operação Red Sparrow: O que os críticos estão falando

Sejam bem-vindos ao Jennifer Lawrence Brasil, sua fonte brasileira sobre a atriz. Jennifer é mais conhecida por seu papel como Katniss Everdeen na franquia Jogos Vorazes e por filmes do diretor David O. Russell, incluindo O Lado Bom da Vida, que lhe rendeu o Oscar. Aqui você encontra vídeos legendados, fotos e notícias diárias sobre a atriz. Espero que gostem!

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18
fevereiro
2018
Operação Red Sparrow: O que os críticos estão falando

Após Jennifer Lawrence ficar nos holofotes com sua performance como Katniss Everdeen em Jogos Vorazes, parece que ela não poderia errar, já que ela continuou conquistando elogios por seus papéis em Trapaça, O Lado Bom da Vida e Joy. Entretanto, seus trabalhos mais recentes têm recebido uma resposta dividida da crítica, e Operação Red Sparrow continua nesse caminho.

Operação Red Sparrow, dirigido por Francis Lawrence, é baseado no livro best-seller de Jason Matthews, ex-CIA. Jennifer interpreta Dominika Egorova, uma bailarina russa que virou espiã e que usa sua sexualidade para manipular seus alvos. O filme opta por um caminho diferente dos filmes de thriller e ação com espionagem, como Salt e Atômica. Em vez disso, Operação Red Sparrow coloca ênfase no diálogo e no enredo com reviravoltas. Enquanto a recepção dos críticos sobre o filme está dividida, a performance de Jennifer está sendo constantemente vista como um dos pontos fortes do longa.

Em sua crítica para a Variety, Owen Gleiberman elogiou as habilidades de atuação de Jennifer, que mostra, neste filme, o que uma verdadeira estrela é. Ela mostra um humor diferente em cada cena, deixando o público em estado de descoberta constante. Estamos ao lado dela, e, mais do que isso, estamos na cabeça dela. Mesmo quando (claro) estamos sendo enganados.

Operação Red Sparrow estreia no Brasil dia 1 de março.

Confira abaixo alguns trechos das primeiras críticas, positivas e negativas, sobre Operação Red Sparrow.

Variety (Owen Gleiberman)

“Pela primeira vez em um longo tempo, um thriller revive as tensões da Guerra fria de uma maneira que não soa tolo, já que os russos, em Operação Red Sparrow, estão buscando a nova ordem mundial: um mercado global de pessoas vendendo elas mesmas. Não é de se admirar que a espionagem esteja mais complicada do que nunca. Com um século de espionagem para recorrer, até os impulsos mais disfarçados estão abertos”

The Wrap (Alonso Duralde)

“Nem inteligente o suficiente para ser envolvente e nem divertido o suficiente para ser o tipo de filme ruim que adoramos assistir, esse é um filme que funcionaria apenas se fosse um pouco melhor ou um pouco pior. Operação Red Sparrow é o tipo de produção suntuosa que nos leva ao Bolshoi, Budapeste e Londres – para não mencionar a “escola de prostitutas”, onde espiãs são treinadas para serem tanto mortais quanto sedutoras”.

The Guardian (Benjamin Lee)

“Há uma dissonância desconfortável que corre por todo o filme que resulta num tom inseguro, e a gente pode imaginar que o filme poderia ser mais estável e ainda mais selvagem (Brian De Palma teria tido uma diversão interminável com esse material). A direção é plana e às vezes sem paixão, e enquanto há algumas vistas panorâmicas impressionantes, outras cenas complicadas são tão exageradamente iluminadas que claramente estão acontecendo dentro de um set de filmagem”

Independent (Christopher Hooton)

“Eu me pergunto se Jennifer Lawrence estava se sentindo em dívida com o diretor Francis Lawrence, de Jogos Vorazes, para fazer esse filme, que parece não ter muita finalidade em existir além de ser para mostrá-la nua tantas vezes quanto estava escrito no contrato. O que vimos no cinema é um drama muito longo, estranhamente mórbido, que tenta compensar com alguma violência bastante extrema e nauseante”.

IndieWire (Eric Kohn)

“A elegância da direção de Francis Lawrence, o trabalho de fotografia de Jo Willems e a música sinistra de James Newton Howard criam um conjunto familiar. Com tantos ingredientes sólidos, é lamentável que Operação Red Sparrow não saiba quando parar, caindo em cenas de tortura sem graça e um confronto final insensível em sua conclusão”.

Screencrush (Matt Singer)

“Eu gostei muito de Lawrence, e o final de Operação Red Sparrow entrega as revelações chocantes que prometeu. (Também deixa as coisas em aberto para uma sequência, porque é claro que deixaria) Mas também saí do cinema sentindo que estava faltando algo em Operação Red Sparrow, aquela faísca que separa um filme competente de um filme excepcional, ou faz com que você queira assistir a uma nova versão de um conceito antigo, em vez de reassistir clássicos… Há um sentimento de que todos aqui são como Dominika quando ela é forçada a se tornar uma pardal: apenas passando por movimentos”.

Time Out (Tomris Laffly)

“Com sua ambição mirando em O Espião que Sabia Demais, sem conseguir atingi-la, Operação Red Sparow, em última análise, funciona de maneira muito mais simples do que inicialmente sugere, com uma conclusão catártica que recompensa a paciência daqueles que têm temperamento duro”

AV Club (Jesse Hassenger)

Um thriller ricamente fantasiado e melhorado em termos de localização, Operação Red Sparrow se carrega com bastante rapidez (mesmo com uma duração de 139 minutos, a coisa mais indulgente sobre o filme), mas nunca consegue especialmente chocar nosso cérebro ou dar nos nervos”

via.

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